Editora Livro Novo

 
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Contos de Minas
Título: CONTOS DE MINAS&#160;&#160;&#160; <br />
Autor: José Geraldo Tavares<br />
Formato: 14cm X 21cm<br />
Capa: 4X0 cor, com orelhas de 7 cm<br />
Miolo: 1X1 cor<br />
Acabamento e encadernação: a definir<br />
Páginas: 176<br />
ISBN: 978-85-62426-09-4<br />
<br />
<strong>Sobre a obra</strong><br />
Esta é uma obra que mostra, através de contos e crônicas, um pouco da Zona da Mata de Minas Gerais e do seu povo. Mostra o seu modo de vida simples, as suas aventuras e desventuras, sonhos e realizações. <br />
Fala do Caminho Novo, obra desenvolvida entre 1699 a 1707, a ocupação da região inicialmente pelos sesmeiros da região das minas de ouro e diamantes, após o esgotamento daquelas. <br />
Demonstra que a região foi ocupada bem mais tarde que as demais e com vocação agro-pecuária. Talvez motivo do seu baixo desenvolvimento industrial apesar da localização privilegiada entre o Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.<br />
Lembra ainda que a região recebeu grandes levas de colonos vindos do atual Estado do Rio de Janeiro após o esgotamento das terras naquela região, o que pode explicar, em parte, o grande apego da região da Mata mineira ao Rio de Janeiro. <br />
Este livro não é um marco nem uma fonte de consultas para os interessados na história da vasta região da Zona da Mata mineira.&#160;&#160;&#160; Não é esta a sua finalidade. Conta, isto sim, histórias do povo simples de uma vasta região das Minas Gerais, uma vez que todos os contos e crônicas são ambientados na região. <br />
Procura mostrar que vale a pena conhecê-la bem. Com sua cozinha farta, misturar-se ao seu povo simples e hospitaleiro, ordeiro e de matutos de fala mansa, sem pressa. Tomar café feito em fogões a lenha, beber leite de dóceis vaquinhas (muitas vezes sem raça definida), ordenhadas na hora e respirar o ar puro das montanhas. <br />
Convida-o a viajar pela região, (mesmo nas asas da imaginação), para conhecer o seu povo, o seu modo de encarar o mundo, as pequenas cidades onde a tão decantada globalização ainda não dita o modo de ser do seu povo. Onde nas vilas e povoados, as cadeiras em frente das casas simples, nas claras noites de luar, ainda existe (como se diz na região), a conversa “jogada fora”. <br />
Estes são os “Contos de Minas.” Boa viagem e bom proveito!<br />
&#160;<br />
<strong>Sobre o autor</strong><br />
José Geraldo Tavares se divide entre o romance, contos e crônicas. Embora desde sempre estivesse ligado à literatura, por causa de vida atribulada e constantes deslocamentos pelo país, forçados pelo trabalho então desenvolvido, nunca encontrou tempo para a escrita, limitando-se a ser um leitor, embora voraz. <br />
Contudo, manteve por anos, anotações com ideias que mais tarde, com a aposentadoria, puderam ser colocadas no papel. Tem poesias e romance publicado, participa de concursos literários no Brasil e no exterior e tem se dedicado a levar a literatura a jovens do ensino fundamental de escolas públicas, procurando incutir neles o prazer pela leitura, por acreditar que se não formarmos leitores, não formaremos uma nação. <br />
Atua em organizações literárias que se dedicam a popularizar a literatura, e pertence a academias de letras. Considera-se apenas um contador de histórias de pé de fogueira nas noites frias das Minas Gerais, terra de todos eles.<br />
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Título: CONTOS DE MINAS   
Autor: José Geraldo Tavares
Formato: 14cm X 21cm
Capa: 4X0 cor, com orelhas de 7 cm
Miolo: 1X1 cor
Acabamento e encadernação: a definir
Páginas: 176
ISBN: 978-85-62426-09-4

Sobre a obra
Esta é uma obra que mostra, através de contos e crônicas, um pouco da Zona da Mata de Minas Gerais e do seu povo. Mostra o seu modo de vida simples, as suas aventuras e desventuras, sonhos e realizações.
Fala do Caminho Novo, obra desenvolvida entre 1699 a 1707, a ocupação da região inicialmente pelos sesmeiros da região das minas de ouro e diamantes, após o esgotamento daquelas.
Demonstra que a região foi ocupada bem mais tarde que as demais e com vocação agro-pecuária. Talvez motivo do seu baixo desenvolvimento industrial apesar da localização privilegiada entre o Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.
Lembra ainda que a região recebeu grandes levas de colonos vindos do atual Estado do Rio de Janeiro após o esgotamento das terras naquela região, o que pode explicar, em parte, o grande apego da região da Mata mineira ao Rio de Janeiro.
Este livro não é um marco nem uma fonte de consultas para os interessados na história da vasta região da Zona da Mata mineira.    Não é esta a sua finalidade. Conta, isto sim, histórias do povo simples de uma vasta região das Minas Gerais, uma vez que todos os contos e crônicas são ambientados na região.
Procura mostrar que vale a pena conhecê-la bem. Com sua cozinha farta, misturar-se ao seu povo simples e hospitaleiro, ordeiro e de matutos de fala mansa, sem pressa. Tomar café feito em fogões a lenha, beber leite de dóceis vaquinhas (muitas vezes sem raça definida), ordenhadas na hora e respirar o ar puro das montanhas.
Convida-o a viajar pela região, (mesmo nas asas da imaginação), para conhecer o seu povo, o seu modo de encarar o mundo, as pequenas cidades onde a tão decantada globalização ainda não dita o modo de ser do seu povo. Onde nas vilas e povoados, as cadeiras em frente das casas simples, nas claras noites de luar, ainda existe (como se diz na região), a conversa “jogada fora”.
Estes são os “Contos de Minas.” Boa viagem e bom proveito!
 
Sobre o autor
José Geraldo Tavares se divide entre o romance, contos e crônicas. Embora desde sempre estivesse ligado à literatura, por causa de vida atribulada e constantes deslocamentos pelo país, forçados pelo trabalho então desenvolvido, nunca encontrou tempo para a escrita, limitando-se a ser um leitor, embora voraz.
Contudo, manteve por anos, anotações com ideias que mais tarde, com a aposentadoria, puderam ser colocadas no papel. Tem poesias e romance publicado, participa de concursos literários no Brasil e no exterior e tem se dedicado a levar a literatura a jovens do ensino fundamental de escolas públicas, procurando incutir neles o prazer pela leitura, por acreditar que se não formarmos leitores, não formaremos uma nação.
Atua em organizações literárias que se dedicam a popularizar a literatura, e pertence a academias de letras. Considera-se apenas um contador de histórias de pé de fogueira nas noites frias das Minas Gerais, terra de todos eles.


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